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dc.creatorQuevedo V., Emilio 
dc.creatorCortés-García, Claudia-Margarita 
dc.date.accessioned2018-03-05T12:24:18Z
dc.date.available2018-03-05T12:24:18Z
dc.date.created2015-11-23
dc.date.issued2015 
dc.identifierhttps://revistas.urosario.edu.co/index.php/revsalud/article/view/4376
dc.identifier10.12804/revsalud13.especial.2015.07
dc.identifier.urihttp://repository.urosario.edu.co/handle/10336/15103
dc.description Objetivo: el término “sistema” ha sido utilizado por diversos Estados para fundamentar el diseño de “sistemas de salud”. En este trabajo partimos de la idea de que los sistemas no son entidades naturales, sino modelos conceptuales, desarrollados históricamente por los investigadores para entender, de una manera determinada, las relaciones entre elementos componentes de una reali­dad natural, social o cultural específica. Desarrollo: se pretende dar cuenta de cómo los conceptos fisiológicos traspasan las barreras disciplinares e institucionales y se convierten en motores que transforman diversos aspectos de la sociedad y de la cultura. Se estudia el proceso histórico por el cual las Ciencias Sociales funcionalistas estadounidenses se fundamentaron en la Bioquímica y la Fisiología y, sobre todo, en las nociones fisiológicas de “regulación” y de “homeostasis”, en el concepto bioquímico de “sistema físico-químico” y su influencia en la salud pública. Conclu­siones: este trabajo se enmarca en una tendencia que intenta construir narrativas alternativas de la Fisiología y se propone repensar el problema de las representaciones y las prácticas en salud como procesos sociales conflictivos y así superar el modelo del sistema funcionalista basado en una mirada fisiologista de la sociedad.
dc.descriptionObjetivo: o termo “sistema” tem sido utilizado por diversos Estados para fundamentar o desenho de “sistemas de saúde”. Neste trabalho partimos da ideia de que os sistemas não são entidades na­turais, mas modelos conceituais, desenvolvidos historicamente pelos pesquisadores para entender, de uma maneira determinada, as inter-relações entre distintos elementos componentes de uma realidade natural, social ou cultural específica. Desenvolvimento: neste trabalho, pretende-se dar conta de como os conceitos fisiológicos traspassam as barreiras disciplinares e institucionais e se convertem em motores que transformam diversos aspectos da sociedade e da cultura. Estuda-se o processo histórico pelo qual as ciências sociais funcionalistas norte-americanas se fundamen­taram na bioquímica e a fisiologia, especialmente, nas noções fisiológicas de “regulação” e de “homeostase”, e no conceito bioquímico e “sistema físico-químico”, e como estas influíram na saúde pública. Conclusões: este trabalho enquadra-se em uma tendência que tenta construir his­tórias alternativas da fisiologia e se propõe repensar o problema das representações e as práticas em saúde, como processos sociais conflitivos e assim superar o modelo do sistema funcionalista baseado em uma olhada fisiologista da sociedade.
dc.description.abstractObjective: The term “system” has been used by various States to inform the design of “health systems”. In this paper we start from the idea that systems are not natural entities but conceptual models historically developed by researchers to understand, in a certain way, the relationships between component elements of a specific natural, social or cultural reality. Content: the paper seeks to explain how physiological concepts cross-disciplinary and institutional boundaries and become engines that transform various aspects of society and culture. It explores the historical process by which American functionalist social science was based on notions from biochemistry and physiology (especially on the physiological concepts of “regulation” and “homeostasis”, and on the biochemical concept of “physical-chemical system”) and its influence on public health. Conclusions: This work is part of a trend in alternative histories of Physiology and intends to rethink the problems of representations and practices in health as conflictive social processes. From this perspective of conflict, it seeks to overcome the functionalist system model based on a physiological reductionism of society.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isospa
dc.relation.urihttps://revistas.urosario.edu.co/index.php/revsalud/article/view/4376/3161
dc.rightsCopyright (c) 2015 Revista Ciencias de la Salud
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
dc.sourceRevista Ciencias de la Salud; Vol. 13 (2015): Número especial; 105-125
dc.sourceRevista Ciencias de la Salud; Vol. 13 (2015): Número especial; 105-125
dc.sourceRevista Ciencias de la Salud; Vol. 13 (2015): Número especial; 105-125
dc.source2145-4507
dc.source1692-7273
dc.source10.12804/revsalud13.especial.2015
dc.subjectsistema
dc.subjectsistema
dc.subjecthistória da Fisiologia
dc.subjecthistoria de la Fisiología
dc.subjecthomeostasis social
dc.subjecthomeostase social
dc.subjectSalud Pública
dc.subjectSaúde Pública
dc.subjectsistemas de saúde
dc.subjectsistemas de salud
dc.subjectestructural-funcionalismo.
dc.subjectestrutural-funcionalismo
dc.titleThe Concept of “System”: From Chemistry and Physiology to Public Health and Social Sciences. Foundations for a Future Research
dc.titleEl concepto de “sistema”: de la Química y la Fisiología a la Salud Pública y las Ciencias Sociales. Bases para una investigación futura
dc.titleO conceito de “sistema”: da química e a fisiologia à saúde pública, passando pelas ciências sociais. Bases para uma pesquisa futura
dc.typearticle
dc.publisherUniversidad del Rosario
dc.subject.keywordSystem
dc.subject.keywordHistory of Physiology
dc.subject.keywordSocial Homeostasis
dc.subject.keywordPublic Health
dc.subject.keywordHealth Systems
dc.subject.keywordStructural-functionalism
dc.rights.accesRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.type.spaArtículo
dc.rights.accesoAbierto (Texto completo)
dc.type.hasVersioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion


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