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dc.contributorUniversidad de Iowa
dc.creatorOsiel, Mark J. 
dc.date.accessioned2018-03-07T14:31:26Z
dc.date.available2018-03-07T14:31:26Z
dc.date.created2010-03-21
dc.date.issued2010 
dc.identifierhttps://revistas.urosario.edu.co/index.php/sociojuridicos/article/view/466
dc.identifier.urihttp://repository.urosario.edu.co/handle/10336/16506
dc.descriptionLa relación entre enjuiciamiento penal e interpretación histórica es problemática por múltiples razones. Krenz afirma, en breve, que las dos tareas son radicalmente diferentes y que no deben ser abordadas en el mismo foro. Maier “responde” que las dos tareas son, en efecto, distintas, pero, en última instancia, inextricables. Por lo tanto, debemos tratar de reconciliar esas dos tareas de la mejor manera posible. La tensión entre lo que considero la verdad de cada una de las anteriores afirmaciones constituye el tema de este artículo. 
dc.descriptionA relação entre ajuizamento penal e interpretação histórica é problemática por múltiplas razões. Krenz afirma, em breve, que as duas tarefas são radicalmente diferentes e que não devem ser abordadas no mesmo foro. Maier “responde” que as duas tarefas são, em efeito, distintas, mas em última instância inextricáveis. Portanto, devemos tentar reconciliar essas duas tarefas da melhor forma possível. A tensão entre o que considero a verdade de cada uma das anteriores afirmações constitui o tema deste artigo. 
dc.description.abstractThe relation between criminal judgment  and historical interpretation is problematic in myriad ways. Krenz says, in short, that the two tasks are radically different and should not be addressed in the same forum. Charles Maier 'responds' that these tasks are indeed distinct, but ultimately inextricable. So we must get on with reconciling the two as best we can. The tension between what I take to be the truth in both statements is the subject of the present paper. 
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isospa
dc.relation.urihttps://revistas.urosario.edu.co/index.php/sociojuridicos/article/view/466/407
dc.rightsCopyright (c) 2014 Estudios Socio-Jurídicos
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
dc.sourceEstudios Socio-Jurídicos; Vol. 7 (2005); 43-112
dc.sourceEstudios Socio-Jurídicos; Vol. 7 (2005); 43-112
dc.sourceRevista Estudios Socio-Jurídicos; Vol. 7 (2005); 43-112
dc.source2145-4531
dc.source0124-0579
dc.subjectderecho
dc.subjectresponsabilidad criminal, historia, verdad, historia ofi- cial tribunales criminales, democracia, memoria colectiva
dc.subjectresponsabilidade criminal, história, verdade, história oficial tribunais criminais, democracia, memoria coletiva.
dc.titleLose perspective, distort history
dc.titlePerder la perspectiva, distorsionar la historia
dc.titlePerder a perspectiva, distorcer a história
dc.typearticle
dc.publisherUniversidad del Rosario
dc.subject.keywordCriminal responsibility, history, truth, official history, criminal tribunal, democracy, collective memory.
dc.rights.accesRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.type.spaArtículo
dc.rights.accesoAbierto (Texto completo)
dc.type.hasVersioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion


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