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dc.creatorLópez-Castro, Yira 
dc.date.accessioned2018-03-07T14:31:39Z
dc.date.available2018-03-07T14:31:39Z
dc.date.created2011-11-17
dc.date.issued2011 
dc.identifierhttps://revistas.urosario.edu.co/index.php/sociojuridicos/article/view/1774
dc.identifier.urihttp://repository.urosario.edu.co/handle/10336/16587
dc.descriptionEn sistemas marcarios, como el de la Comunidad Andina, una autoridad estatal verifica que las marcas sean distintivas, lícitas y no afecten a terceros, y, luego de ello, concede su titularidad. En este contexto, ha suscitado un especial interés la posibilidad de que, mediante acuerdos o declaraciones de coexistencia, sean los particulares los que aseguren que sus signos cumplen las condiciones para obtener registros simultáneos.Tales negocios jurídicos para la coexistencia de marcas resultan problemáticos si se piensa que los titulares estarían disponiendo de intereses que parecen importar también a los consumidores, competidores y al mercado. Por lo tanto, precisar el margen de libertad contractual en el ámbito del derecho marcario, cuyas normas son consideradas de orden público, adquiere importancia práctica y teórica, puesto que su concreción: i) reconoce los riesgos cuya evaluación puede ser relevante al negociar los acuerdos y ii) contribuye a los debates sobre el papel de la autonomía privada en aquellos ámbitos reservados para normas inderogables. Así, esta investigación sitúa las declaraciones de consentimiento para la coexistencia de registros en Colombia en un cuadro más amplio, el de los límites de la autonomía contractual.
dc.descriptionEm sistemas marcários como o da Comunidade Andina, uma autoridade estatal verificaque as marcas sejam distintivas, lícitas e que não afeitem a terceiros, e depoisdisso, concede sua titularidade. Neste contexto, tem suscitado um especial interessea possibilidade de que mediante acordos ou declarações de coexistência, sejam osparticulares os que assegurem que seus signos cumprem as condições para obterregistros simultâneos.Tais negócios jurídicos para a coexistência de marcas resultam problemáticos aopensar que os titulares estariam dispondo de interesses que parecem importar tambémaos consumidores, competidores e ao mercado. Portanto, precisar a margem deliberdade contratual no âmbito do Direito marcário, cujas normas são consideradasde ordem pública, adquire importância prática e teórica posto que sua concreção(i) reconhece os riscos cuja avaliação pode ser relevante ao negociar os acordos e(ii) contribui aos debates sobre o papel da autonomia privada naqueles âmbitosreservados para normas inderrogáveis. Assim, esta pesquisa situa as declarações deconsentimento para a coexistência de registros na Colômbia, em um quadro maisamplo, dos limites da autonomia contratual.
dc.description.abstractIn trademark systems such as the Andean Community, a state authority verifiesthat the marks are distinctive, lawful and do not affect third parties, and after that,given their ownership. In this context, particular interest has sparked the possibilityof individuals by agreements or statements of co-existence, are who ensure that theirsigns meet the conditions for simultaneous registrations.Such agreements for the coexistence of marks are problematic if one thinks thatthe holders of interests that would be available also seem to matter to consumers,competitors and the market. Therefore, define the scope of contractual freedom inthe field of trademark law, whose rules are considered imperative, acquire practicaland theoretical importance because its realization i) recognizes the risks that maybe relevant to evaluating trade agreements and ii) contributes to debates on the roleof private autonomy in areas reserved for non-derogable norms. Thus, this researchputs the declarations of consent for the coexistence of registrations in Colombia, ina larger scope of the limits of freedom of contract.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isospa
dc.relation.urihttps://revistas.urosario.edu.co/index.php/sociojuridicos/article/view/1774/1596
dc.rightsCopyright (c) 2014 Estudios Socio-Jurídicos
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
dc.sourceEstudios Socio-Jurídicos; Vol. 13, Núm. 2 (2011); 353-378
dc.sourceEstudios Socio-Jurídicos; Vol. 13, Núm. 2 (2011); 353-378
dc.sourceRevista Estudios Socio-Jurídicos; Vol. 13, Núm. 2 (2011); 353-378
dc.source2145-4531
dc.source0124-0579
dc.subjectDerecho civil
dc.subjectautonomía contractual
dc.subjectregistros marcarios
dc.subjectDerecho
dc.subjectacuerdos de coexistencia de marcas
dc.subjectcausales de irregistrabilidad de signos distintivos
dc.subjectDecisión 486 de 2000.
dc.titleFreedom of contract and the coexistence of trademark registrations in Colombia
dc.titleLa autonomía contractual como sustento para la coexistencia de registros marcarios en Colombia
dc.titleA autonomia contratual como sustento para a coexistência de registros marcários na Colômbia
dc.typearticle
dc.publisherUniversidad del Rosario
dc.subject.keywordfreedom of contract
dc.subject.keywordtrade mark agreements
dc.subject.keywordautonomia contratual
dc.subject.keywordregistros marcários
dc.subject.keywordtrademark registrations
dc.subject.keywordunregistrable distinctive signs
dc.subject.keywordcausais de irrestrabilidade de signos distintivos
dc.subject.keywordDecision 486 of 2000.
dc.subject.keywordDecisão 486 de 2000.
dc.subject.keywordacordos de coexistência de marcas
dc.rights.accesRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.type.spaArtículo
dc.rights.accesoAbierto (Texto completo)
dc.type.hasVersioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion


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