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Un Segundo Hogar: arquitectura para la infancia migrante en Brás


Fecha
2025-06-16

Directores
Aschner Rosselli, Juan Pablo
Ríos, Maíra

ISSN de la revista
Título del volumen
Editor
Universidad del Rosario
Escola da Cidade


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Resumen
Este proyecto surge a partir del interés por los niños como actores urbanos, con una escala distinta, son observadores curiosos, inocentes y experimentales. Su manera de habitar la ciudad da origen a esta propuesta: un jardín infantil para niños y niñas migrantes de 3 a 6 años en el barrio de Brás, São Paulo; zona con alta presencia de población migrante, proveniente de Bolivia y Haití, en su mayoría, vinculada a la industria y comercio textil. En el marco del convenio de la doble titulación entre Colombia y Brasil, se establece una comparación entre las arquitecturas preescolares a través de visitas a parques públicos, plazas y jardines infantiles ubicados en barrios del centro de São Paulo y la observación directa de niños y niñas migrantes que asisten (o dejan de asistir) estos espacios. Los registros, plasmados en dibujos, acuarelas y collages en un diario de campo, permiten traducir la experiencia infantil del espacio urbano al diseño arquitectónico. Proyectar un jardín infantil, que funcione como un “segundo hogar” respondiendo a necesidades pedagógicas y favoreciendo el arraigo, la integración y el derecho a la educación de la infancia migrante desde la arquitectura, es el objetivo central del proyecto. Se toman como referentes metodologías como Reggio Emilia y escuelas locales visitadas en São Paulo, abordando la distribución, iluminación, colorimetría, materiales, mobiliario y aspectos culturales y ambientales. Así, Un Segundo Hogar responde a la falta de acceso a espacios educativos de muchos niños migrantes que viven en Brás por diversas cuestiones, incluyendo las dinámicas laborales y la falta de tiempo de sus cuidadores. Además, incorpora dentro del edificio/galpón elementos de la ciudad como la plaza, los jardines y el parque a los que también tienen derecho. Es un manifiesto sobre las arquitecturas educativas que deberían ser ofrecidas a esta población en barrios populares de una ciudad tan densa como São Paulo.
Abstract
Este projeto surge a partir do interesse pelas crianças como atores urbanos, com uma escala distinta – são observadoras curiosas, inocentes e experimentais. Sua forma de habitar a cidade dá origem a esta proposta: um jardim de infância para crianças migrantes de 3 a 6 anos no bairro do Brás, em São Paulo – uma região com alta presença de população migrante, majoritariamente proveniente da Bolívia e do Haiti, vinculada à indústria e ao comércio têxtil. No âmbito do convênio de dupla titulação entre Colômbia e Brasil, estabelece-se uma comparação entre arquiteturas pré-escolares por meio de visitas a parques públicos, praças e jardins de infância localizados em bairros da região central de São Paulo, além da observação direta de crianças migrantes que frequentam (ou deixam de frequentar) esses espaços. Os registros, expressos em desenhos, aquarelas e colagens em um diário de campo, permitem traduzir a experiência infantil do espaço urbano em projeto arquitetônico. Um jardim de infância que funcione como um “Segundo Hogar”, respondendo a necessidades pedagógicas e promovendo o pertencimento, a integração e o direito à educação das infâncias migrantes por meio da arquitetura, é o objetivo central do projeto. Foram adotadas como referência metodologias como a Reggio Emilia e escolas locais visitadas em São Paulo, abordando aspectos como distribuição espacial, iluminação, paleta de cores, materiais, mobiliário, além de elementos culturais e ambientais. Assim, Um Segundo Hogar responde à falta de acesso a espaços educativos por parte de muitas crianças migrantes que vivem no Brás, devido a questões como as dinâmicas de trabalho e a falta de tempo de seus cuidadores. O projeto incorpora ao edifício/galpão elementos da cidade como a praça, os jardins e o parque, espaços aos quais essas crianças também têm direito. É um manifesto sobre as arquiteturas educacionais que deveriam ser oferecidas a essa população em bairros populares de uma cidade tão densa como São Paulo.
Palabras clave
Arquitectura preescolar , Relación suelo-cubierta , Sección habitada , Interculturalidad , Refugio , Diseño de Mobiliario
Keywords
Arquitetura pré-escolar , Relação solo-cobertura , Seção habitada , Interculturalidade , Refúgio , Design de mobiliário
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